Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

SBACV-RS

A SBACV-RS, Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional Rio Grande do Sul é a associação representativa dos médicos que atuam nas especialidades de Angiologia e de Cirurgia Vascular, bem como na áreas de atuação de Angiorradiologia, Cirurgia Endovascular, Radiologia Intervencionista (...)
[ Leia mais ]

AGENDA

De 04 a 07 de Abril de 2012
Acesse o hotsite

De 23 a 25 de Agosto de 2012 - V Cong. Bras. de Ecografia Vascular

NOTÍCIAS

1º Curso Internacional de Cirurgia Vascular
[ Leia mais ]

Campanha "Mantenha-se em Circulação", SBACV-RS e SINTÁXI
[ Leia mais ]

Caminhada pela Circulação, SBACV e RECORD
[ Leia mais ]

SAIBA MAIS

Erisipela

O que é?

Erisipela é um processo infeccioso cutâneo, podendo atingir a gordura do tecido celular subcutâneo, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores. Não é contagiosa. Nomes populares: esipra, mal-da-praia, mal-do-monte, maldita, febre-de-santo-antônio.

Porque ocorre a erisipela?

A erisipela ocorre porque uma bactéria (um Estreptococo) penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas "frieiras"), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal. A pele mais favorável é a das pernas inchadas, principalmente nos pacientes diabéticos, obesos e idosos.

Como se apresenta?

Os primeiros sintomas podem ser aqueles comuns a qualquer infecção: calafrios, febre alta, astenia, cefaléia, mal-estar, náuseas e vômitos. As alterações da pele podem se apresentar rapidamente e variam desde um simples vermelhidão, dor e edema (inchaço) até a formação de bolhas e feridas por necrose (morte das células) da pele.

A localização mais freqüente é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos, mas pode ocorrer em outras regiões como face e tronco. No início, a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente. Com a progressão da infecção, o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado e, por fim, a necrose da pele. É comum o paciente queixar-se de "íngua" (aumento dos gânglios linfáticos na virilha).

Como o médico diagnostica?

O diagnóstico é feito apenas pelo exame clínico, analisando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Não há necessidade de nenhum exame de sangue ou de outro exame especial da circulação, a não ser para acompanhar a evolução do paciente.

Complicações

Quando o paciente é tratado logo no início da doença, as complicações não são tão evidentes ou graves. No entanto, os casos não tratados a tempo podem progredir com abscessos, ulcerações (feridas) superficiais ou profundas e trombose de veias. A seqüela mais comum é o linfedema, que é o edema persistente e duro (não forma uma depressão na pele quando submetido à compressão com os dedos), localizado principalmente na perna e no tornozelo, resultante dos surtos repetidos de erisipela.

Tratamento

O tratamento consta de várias medidas realizadas ao mesmo tempo e só deve ser administrado pelo médico:


Prevenção

As crises repetidas de erisipela podem ser evitadas através de cuidados higiênicos locais, mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos, tratando adequadamente as frieiras, evitando e tratando os ferimentos das pernas e tentando manter as pernas desinchadas.

Deve-se evitar engordar, bem como permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado. O uso constante de meia elástica é uma grande arma no combate ao inchaço, bem como fazer repouso com as pernas elevadas sempre que possível.
Procurar um especialista quando apresentar qualquer dos sintomas iniciais da doença, relatados anteriormente.

NUNCA SE AUTOMEDIQUE. CONSULTE SEU ANGIOLOGISTA OU CIRURGIÃO VASCULAR.

SBACV-RS 2012 - Av. Ipiranga, 5311 - Telefone: 51 3014-2025

Agência Digital WWG